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23 outubro, 2016

Manifestações em São Paulo

A decisão da justiça de condenar o governo de São Paulo pela violência praticada pela PM, especialmente a de junho de 2013, é exemplar. O governo tucano é autoritário e determina repressão violenta a qualquer ato que contrarie suas posições.

A repressão em junho de 2013 foi um dos motivos que desencadeou megas manifestações naquele período.

A justiça exige a garantia por parte do governo do direito constitucional de manifestação, proíbe o uso indiscriminado de balas de borracha e bombas e determina planejamento e treinamento dos militares.

Enfim, a multa de R$ 8 milhões deveria agora ser paga pelo irresponsável Alckmin, não pelo erário público.

Por Leandro de Jesus
Foto: Marcelo Camargo A/br

06 outubro, 2014

Marina, Alckmin e Suplicy vencem em Poá

Crédito: sites oficiais das campanhas
Por Arthur Stabile


Se dependesse de Poá, os resultados das eleições seriam outros. Ao invés de Aécio Neves, Marina Silva alcançaria o segundo turno ao lado da presidente Dilma Rousseff. Eduardo Suplicy seguiria no Senado com pequena vantagem. Já no Governo, Geraldo Alckmin se mantém na ponta e iguala o resultado total do Estado.

Contando com apoio de políticos da região, como o ex-prefeito de Ferraz de Vasconcelos Dr Jorge e o suplente de vereador em Poá Saulo Souza, Marina venceu com quase 34% dos votos (22.712). Dilma aparece em segundo, com 30% (20.090), e Aécio, com 29,7% (19.845), ficou logo atrás. Luciana Genro teve 3,25% (2.171), enquanto Levy Fidelix e Pastor Everaldo ficaram com 1% (média de 667 votos).

A surpresa ficou no resultado para o Senado. Buscando a reeleição,o petista Eduardo Suplicy foi o mais votado com 23.846 votos (43,89%), com pequena vantagem para o eleito José Serra (22.869, ou 42,10%). Em todo o Estado, o candidato tucano teve quase o dobro de votos em relação a Suplicy: mais de 11,1 milhões, contra 6,1 milhões.

Sem sustos, Geraldo Alckmin teve caminho tranquilo para a reeleição. Suas visitas ao Alto Tietê nos últimos anos e o apoio do prefeito Testinha surtiram resultado. E significativo. Venceu fácil, com 44,5% dos votos válidos (27.113), frente 30% de Paulo Skaf (18.322) e 21,96% de Alexandre Padilha (13.381). Perto dos mil votos, Gilberto Maringoni foi o único "nanico" a superar 1%, com 1,53% do eleitorado.

Sem candidato - Ainda significativa, a quantidade de votos Brancos e Nulos, junto com abstenções, soma 28,91% dos 91.474 eleitores poaenses. Assim, quase três a cada dez pessoas aptas a votar na cidade preferiram não escolher um candidato, independente do motivo.

De certo modo, os eleitores de Poá se mostram mais abertos para a mudança em âmbito nacional. No Estado, a manutenção predominou, seja com a eleição de Alckmin ou a escolha por Suplicy, mesmo que apertada. A pequena vitória sobre Serra não evitou a eleição do ex-governador, com amplo apoio na Estância Hidromineral - que escolheu uma mudança conservadora.

12 junho, 2014

#NãoVaiTerCopa é estrategicamente correto mas taticamente equivocado

É absolutamente correta, no sentindo de denunciar as mazelas, a estratégia de estratégia de tensionar diante dos bilhões em gastos públicos para custear um evento que demonstrou não deixar qualquer legado e, pior, que promoveu desalojamentos, mortes, redução de investimentos em áreas sociais prioritárias e enriqueceu, mais ainda, as construtoras e auxiliou no processo de especulação imobiliária.
Imagem: Anonymousbrasil
Os atos, no entanto, são taticamente equivocados quando se concentram em utilizar motes contra uma competição amada pelo povo ao invés de promover a denúncia direta contra os responsáveis pelos desvios, os governantes. Gritos, cantos, nomes, mensagens em faixas e em cartazes são atos simbólicos que dão tom a manifestações e a objetivos e demandas populares. O tom aqui está desafinado e não traz o povo para apoio às lutas. O povo não irá para a rua contra o futebol. Poucos são os grupos que procuram pedagogicamente explicar o sentido dessas lutas e convencer o povo a ir às ruas.

De modo geral, prefere-se falar da copa ou de direitos sociais genéricos e ocultam-se os responsáveis pela gastança irresponsável do erário. A quem interessa esconder um #ForaDilma, #ForaAlckmin #ForaAgnelo #ForaHaddad, entre muitos outros ?

Ocultar responsáveis e atacar uma competição popular apenas contribui para manutenção do status quo. A estratégia é correta mas a tática é equivocada.

Por Leandro de Jesus

21 janeiro, 2013

GOVERNADOR ALCKMIN ATACA NO ALTO TIETÊ

As mais recentes visitas do Governador Geraldo Alckmin (PSDB) ao Alto Tietê ratificam a estratégia de marcar campo numa região que antes fora abandonada pelos tucanos. A inauguração do Poupatempo em Suzano e agora a assinatura de convênios em Poá, aliadas ao investimento eleitoral de 2012, são exemplos do ataque regional.
Foto: Leandro de Jesu

O Partido dos Trabalhadores (PT) foi o grande vitorioso de votos na região nas eleições de 2010. O Blog analisou aquele resultado. Para reverter esse cenário, o governador resolveu enfim voltar seu olhar para o Alto Tietê, embora aquém daquilo que se necessita.

Primeiro, em 2011, o PSDB rearticulou seus diretórios na região. A ação rendeu frutos e o partido elegeu o prefeito de Ferraz, Suzano e saiu vitorioso compondo os governos em Poá e em Mogi das Cruzes.