30 outubro, 2014

Mulheres representam menos de 1/3 dos candidatos destas eleições

Em recente publicação, o Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc), entidade da Rede MCCE,
apresenta importantes informações e estatísticas sobre raça, cor, sexo, unidade de federação e cargos de todos os candidatos das eleições no Brasil (Eleições 2014). 

O informativo intitulado "Perfil dos candidatos brasileiros – Sub-representação de negros, indígenas e mulheres: desafio à democracia" pretende provocar o debate sobre as desigualdades no processo eleitoral e no sistema político brasileiro.

Segundo o levantamento, nas eleições de 2014, tivemos 12 cargos em concorrência e 32 partidos na disputa, totalizando 25.919 candidatos. Deste total 8.008 (30,90%) são mulheres e 17.911 (69,10) homens. Apesar de representarem 51,04% da população, as mulheres correspondem a menos de um terço do total de candidatos, uma evidente sub-representação de gênero na política.

Para José Antônio Moroni, do Colegiado de Gestão do INESC, os dados apresentados no material reforçam a necessidade de uma ampla reforma do sistema político. Segundo ele, “A nossa democracia é ainda formal, precisamos torná-la real, cotidiana. Como fazer isso se amplos setores da sociedade não estão representados nos espaços de poder? Precisamos mudar isso. Nós da sociedade já formulamos as nossas propostas que estão sintetizadas na iniciativa popular da Reforma Política Democrática e Eleições Limpas. Agora é coletar assinaturas e pressionar para que o congresso vote e aprove as nossas propostas".

Conheça o conteúdo do informativo clicando aqui.

Ascom_MCCE

24 outubro, 2014

A imprensa na véspera

Todos sabem que a mídia grande tem preferência por candidatos tucanos. Isso não é novidade. Jornais, TVs e revistas negam o inegável. É direito da mídia escolher seus candidatos e seria mais saudável declará-los publicamente.

Também já sabíamos que a Veja iria tentar lançar uma bomba, assim como o JN deve fazer hoje e amanhã. O crime é fazer tal estardalhaço sem apresentar uma prova sequer, baseado apenas num possível depoimento de um assaltante de cofres públicos.

Tentar modificar um resultado eleitoral ou atingir reputação de agente público sem qualquer indício é um ataque a democracia escondido sob o falso argumento da liberdade de expressão.

A IstoÉ fez também sua reportagem de capa, com uma análise crítica duvidosa, mas não chega perto da podridão da revista da editoral Abril.

Aliado a isso, temos a concentração na mídia e a ausência de diversidade de opiniões, de debates, de contraposições. Poucas organizações sobrevivem neste cenário e recebem vultosas verbas publicitárias, inclusive oficiais.

Se o governo do PT perder a reeleição, pagará um preço caro por não ter investido em 12 anos de mandato na democratização dos meios de comunicação. Não se pode ter democracia num país com absoluta concentração da mídia nas mãos de poucas famílias, detentoras do monopólio e manipulação da opinião pública.

Por Leandro de Jesus

23 outubro, 2014

Lar Mãe Mariana recebe Ação Social no dia 25

O Lar Mãe Mariana, em Poá, recebe as atividades do Mackenzie Voluntário no próximo dia 25. O
evento solidário servirá para arrecadação de doações e promoção de tarde de entretenimento aos idosos internados na instituição.

A ação, realizada anualmente no Estado de São Paulo pela Universidade Mackenzie, está em sua 11ª edição e tem como objetivo organizar diversos atos de cidadania, solidariedade, responsabilidade social e ambiental em entidades sociais e comunidades carentes. Em algumas regiões, outros eventos já aconteceram no dia 11 e deve continuar nos dias 18 e 25 de outubro.

O Projeto Servo, nome da ação que será realizada no Lar, pretende organizar desfiles e levar uma banda para animar a tarde dos idosos. Para mais informações sobre o projeto, acesse a página http://www.mackenzievoluntario.com.br ou entre em contato com Ana Clélia, responsável pelas atividades em Poá (ana.teo.mack@hotmail.com).

A organização solicita doações de fraldas geriátricas, tamanho G, as quais podem ser entregues na sede da instituição. O evento será realizado no sábado, dia 25, a partir das 13:30h. O Lar situa-se na Rua Monte Castelo 116, Bairro Biritiba, Poá.

Lar Mãe Mariana

O Lar Mãe Mariana tem longa atuação de assistência no município. A instituição tem mais de 40 anos de atividades prestando assistência social, moral e espiritual a mais de 40 idosos carentes.

Na instituição, os idosos realizam fisioterapia, trabalhos artesanais, reuniões sócio-educativas e recreativas, passeios, comemorações de datas especiais. Participam também, conforme opção religiosa, de missa, culto evangélico e estudos espíritas dentro da entidade, bem como contam com o acompanhamento da equipe multidisciplinar, formado por médico geriatra, enfermeira, técnicos e auxiliares de enfermagem, assistente social, psicóloga, fisioterapeutas, nutricionista, educadora pedagógica e equipe de apoio como cozinha, lavanderia, administração, portaria, motoristas, limpeza.

O Lar recebe, durante todo o ano, doações de fraldas geriátricas, luvas de procedimentos, tamanho M, gêneros alimentícios em geral, como carnes, frutas e legumes, material de higiene e limpeza, utensílios domésticos, roupas e móveis.

Para mais informações da instituição, entre em contato pelos telefones 4638-1475 e 4638-7217, ou no e-mail larmaemariana@gmail.com

Por Leandro de Jesus

21 outubro, 2014

USP faz sua primeira feira de profissões na zona leste

A Universidade de São Paulo, por meio da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária e da
Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH), está com inscrições abertas para a Feira de Profissões da EACH-USP, que acontece nos dias 24 e 25 de outubro. É a primeira vez que o evento é realizado na unidade de ensino da zona leste de São Paulo. 

“Após sete meses de interdição, queremos fazer uma grande reabertura da EACH para toda a sua comunidade, que sempre a apoiou”, explica a Pró-Reitora de Cultura e Extensão Universitária da USP, Maria Arminda do Nascimento Arruda. Durante o evento, estudantes de ensino médio e vestibulandos da região poderão obter informações sobre os cursos de graduação da EACH-USP, os programas de apoio à permanência estudantil (moradia, alimentação etc.), o mercado de trabalho e as oportunidades de intercâmbio para Universidades no exterior.

Haverá bate-papos com professores da Escola sobre o ciclo básico e sobre os dez cursos de graduação da EACH-USP: Educação Física e Saúde, Licenciatura em Ciências da Natureza, Gerontologia, Gestão Ambiental, Gestão de Políticas Públicas, Lazer e Turismo, Marketing, Obstetrícia, Sistemas de Informação e Têxtil e Moda. Haverá ainda uma programação de palestras sobre diversos temas de interesse dos estudantes, como o desenvolvimento de games e design de moda.

Contudo, a proposta do evento é bem mais ampla e não atinge apenas os estudantes de ensino médio. “Haverá espaço para os programas de pós-graduação e pesquisa da unidade, cursos de extensão abertos a toda população e também para o programa Universidade Aberta à Terceira Idade, um grande sucesso na região”, explica Maria Arminda. A UNATI-EACH ofereceu 532 vagas neste segundo semestre em atividades para a terceira idade, tais como cursos de inglês, informática, teatro e dança.

O Giro Cultural USP, programa da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária, também estará presente no evento, oferecendo, a cada meia hora, visitas monitoradas às instalações da USP na zona leste. Além disso, um palco será montado na área central da unidade, na qual ocorrerão manifestações artísticas e culturais.

A iniciativa faz parte do programa “USP e as Profissões”, da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária da Universidade de São Paulo, que tem como objetivo fornecer subsídios aos estudantes para que, com a ajuda de seus familiares e professores, orientem-se na importante tarefa de optar por uma carreira profissional.

A entrada é gratuita e, para participar, estudantes e escolas deverão se inscrever no site do evento: www.each.usp.br/profissõesA feira acontece nos dias 24 e 25 de outubro, sexta e sábado, das 9h às 17h,

Fonte: USP

15 outubro, 2014

Passe Livre: audiência pública será neste sábado, dia 18

Será realizada no próximo sábado, dia 18, uma audiência pública para debate do Projeto de Lei que institui o Passe Livre Estudantil, em Poá. A discussão foi agendada após reivindicação do Movimento Passe Livre de Poá e será realizada na Câmara Municipal.

Para saber mais informações sobre a atividade, foi criado um evento no Facebook  ou pode-se também acompanhar pela página oficial do MPL.

Saiba mais

Veja como foi a sessão na qual, após muita pressão, o PL foi retirado da pauta




Por Leandro de Jesus
Foto: Rodrigo Gonsalvez

11 outubro, 2014

Dilma x Aécio: mudar é preciso, retroceder é inaceitável

É preciso manter os avanços, ainda que tímidos, do governo petista
e derrotar Aécio, que representa um retrocesso brutal

O Brasil pede mudanças. A mudança que o Brasil precisa, no entanto, não está no segundo turno, mas
precisaremos decidir entre continuidade ou alternância no Poder. De início, é preciso dizer que todos tem elementos suficientes para dizer que os governos do PSDB, disfarçados de mudança, trazem consigo a marca do atraso, da redução do Estado brasileiro, da espoliação do patrimônio público, da criminalização dos movimentos sociais, do avanço da violência e do abandono à margem dos programas sociais, tão necessários ao país. Não faltam exemplos dessas tragédias.

Quem é aposentado ou vive de salário mínimo sabe bem o sofrimento que era obter qualquer reajuste no governo FHC e as mágicas necessárias para multiplicar os poucos reais e fazê-los render durante o mês. Lembram quando o ex-presidente chamou aposentados de vagabundos? Outros milhões nem sabiam o que era isso, pois viviam no pleno desemprego. Um dos grandes acertos do governo petista foi promover anualmente reajustes ao salário mínimo (70% de ganho real em 12 anos), medida que permitiu a redução da pobreza e combateu a desigualdade.

Servidores federais também viveram na penúria. Anos e mais anos sem reajuste, seguidos da precarização do serviço público e da ampliação da política de terceirização, que retira a capacidade do governo de administrar e promove a redução da qualidade na prestação de serviços. Outro acerto do governo do PT foi ampliar consideravelmente a contratação via concursos públicos (221 mil em 12 anos)* e, embora sob greves, garantiu o mínimo de recuperação salarial perdida nos anos FHC, o que garantiu que a máquina pública não entrasse numa falência total. Hoje, temos empresas públicas federais fortes e respeitadas, diferente do que acontecia nos anos 90.

A privatização é também marca registrada dos governos do PSDB, nas esferas federal ou estadual. Diante da incompetência em administrar empresas públicas, vendeu a preço de banana diversas estatais, jogando no lixo o patrimônio público conquistado durante anos. Os processos de venda, feitos sob negociações nebulosas, são hoje chamados de privataria tucana. O governo petista optou por fazer concessões, garantindo assim que o patrimônio público continue sendo do governo.

As crises econômicas são cíclicas e afetaram tanto os governos tucanos quanto petista. Neste caso, instituições sólidas permitem resistir aos efeitos da crise e os bancos públicos foram peças fundamentais a partir de 2008 na redução de juros , liberação de crédito para ampliação do consumo, aumento da produção e investimento. O governo do PSDB, todos sabem, só não vendeu a CAIXA e o Banco do Brasil porque não houve tempo, conforme registrou na época no Ministério da Fazenda. Mas nos estados onde governou, venderam  bancos públicos lucrativos, a exemplo do que ocorreu em São Paulo.

A corrupção, por sua vez, é elemento fundamental do capitalismo e de um sistema eleitoral movido a financiamento privado de campanha. É enganar o eleitor dizer que a corrupção é obra de partido A ou B. Dessa forma, é possível indicar tantos crimes de corrupção em governos do PSDB quanto nos do PT. Compra de votos pela reeleição, Trensalão ou Mensalão Mineiro são apenas alguns exemplos carimbados por governos tucanos. A diferença está em permitir, sem interferência do governo, a investigação e punição dos responsáveis. Sabemos bem que a Polícia Federal hoje está forte e o Ministério Público Federal independente para denunciar. E antes ? Quantos políticos foram presos na década de 90?

Mas a inflação no Brasil está alta, dirão alguns com outros argumentos. Depende do ponto de vista. Em 2002, por exemplo, FHC deixou o governo com uma taxa de 12,5%, quando atualmente são 6,5%. E a taxa oficial de juros? Está em 11%, o que não é bom, mas no governo FHC chegou a estratosféricos 45% a.a.

Mas na área de segurança o Aécio promete centros de inteligência policial e mais recursos. E por que então não fez isso em Minas Gerais? Lá, entre 2003 e 2013, a taxa de homicídios aumentou 52%. Em São Paulo, gestão exemplo das administrações tucanas, o número de roubos cresceu pelo 15º mês consecutivo e o sistema prisional é conhecido por ser dominado por uma facção criminosa. E nos governos tucanos de SP, para pobre e sem-teto, por exemplo, a política social é só tiro, porrada e bomba.

Na educação, só para citar um dado, com o programa de expansão, as universidades federais dobraram a oferta de vagas**. Eram 109,2 mil em 2003 e chegaram a 222,4 mil em 2010, e, até 2014, foram criadas 18 universidades federais.

Por fim, nos governos do PSDB faltam o mais essencial, luz e água. O apagão em todo o Brasil e o racionamento de água em SP diz muito sobre o choque de gestão tucano.

Nesse cenário, contudo, todos conhecemos também o limites de um governo do PT, que rasgou caras bandeiras históricas em 12 anos no governo federal, aliou-se ao conservadorismo, coronelismo e administrou tão bem o capitalismo brasileiro para as poucas famílias que vivem do lucro às custas do erário público. Aliás, seguiu a cartilha dos governos do PSDB em todos esses pontos. Os erros do governo petista não se apagam assim como as críticas que sempre fizemos e continuaremos a fazê-las.

É claro que é preciso mudar e milhões pediram isso nas ruas em 2013 e nas urnas em 2014. Não podemos, no entanto, mudar para pior. As diferenças ainda existentes entre tucanos e petistas permitem considerarmos: é preciso manter as conquistas e os tímidos avanços do governo petista e derrotar Aécio, que representa um retrocesso inaceitável.

Por Leandro de Jesus


**MEC
Foto: Agência Brasil

06 outubro, 2014

Marina, Alckmin e Suplicy vencem em Poá

Crédito: sites oficiais das campanhas
Por Arthur Stabile


Se dependesse de Poá, os resultados das eleições seriam outros. Ao invés de Aécio Neves, Marina Silva alcançaria o segundo turno ao lado da presidente Dilma Rousseff. Eduardo Suplicy seguiria no Senado com pequena vantagem. Já no Governo, Geraldo Alckmin se mantém na ponta e iguala o resultado total do Estado.

Contando com apoio de políticos da região, como o ex-prefeito de Ferraz de Vasconcelos Dr Jorge e o suplente de vereador em Poá Saulo Souza, Marina venceu com quase 34% dos votos (22.712). Dilma aparece em segundo, com 30% (20.090), e Aécio, com 29,7% (19.845), ficou logo atrás. Luciana Genro teve 3,25% (2.171), enquanto Levy Fidelix e Pastor Everaldo ficaram com 1% (média de 667 votos).

A surpresa ficou no resultado para o Senado. Buscando a reeleição,o petista Eduardo Suplicy foi o mais votado com 23.846 votos (43,89%), com pequena vantagem para o eleito José Serra (22.869, ou 42,10%). Em todo o Estado, o candidato tucano teve quase o dobro de votos em relação a Suplicy: mais de 11,1 milhões, contra 6,1 milhões.

Sem sustos, Geraldo Alckmin teve caminho tranquilo para a reeleição. Suas visitas ao Alto Tietê nos últimos anos e o apoio do prefeito Testinha surtiram resultado. E significativo. Venceu fácil, com 44,5% dos votos válidos (27.113), frente 30% de Paulo Skaf (18.322) e 21,96% de Alexandre Padilha (13.381). Perto dos mil votos, Gilberto Maringoni foi o único "nanico" a superar 1%, com 1,53% do eleitorado.

Sem candidato - Ainda significativa, a quantidade de votos Brancos e Nulos, junto com abstenções, soma 28,91% dos 91.474 eleitores poaenses. Assim, quase três a cada dez pessoas aptas a votar na cidade preferiram não escolher um candidato, independente do motivo.

De certo modo, os eleitores de Poá se mostram mais abertos para a mudança em âmbito nacional. No Estado, a manutenção predominou, seja com a eleição de Alckmin ou a escolha por Suplicy, mesmo que apertada. A pequena vitória sobre Serra não evitou a eleição do ex-governador, com amplo apoio na Estância Hidromineral - que escolheu uma mudança conservadora.

Opinião: educador poaense obteve quase 12 mil votos

Neste momento, pós-eleição, é preciso ressaltar os quase 12 mil votos alcançados pelo Professor
Douglas Belchior, resultado que o coloca como o terceiro mais votado pelo PSOL no Estado de São Paulo, O partido, no entanto, conseguiu eleger apenas um parlamentar (Ivan Valente).

Douglas fez uma bela campanha militante, solidária, voluntária, sem financiamento de empresários. Uma campanha que procurou fazer um debate sério de ideias, de apresentar pautas ignoradas pela massa de candidatos. 

Ele passou em cada esquina, em cada bar, em cada debate em faculdades levando a mensagem da justiça social.

É uma referência no Alto Tietê na defesa de pautas populares, na busca por uma educação de qualidade, inclusiva, e se firma como alternativa paras as eleições de 2016. Parabéns.

Por Leandro de Jesus

05 outubro, 2014

#EleiçõesEmPoá

Acompanhe as últimas notícias, imagens e dicas das eleições no município na página do blog no Facebook.

Envie sua informação através da hastag #EleiçõesEmPoá e participe também da cobertura colaborativa .

E ao fim do dia, saiba aqui quem são os candidatos da região que foram eleitos.

Por Leandro de Jesus

01 outubro, 2014

Passe Livre: após pressão do movimento, audiência pública será agendada

Após nova manifestação, a Câmara Municipal de Poá retirou da pauta de votação o Projeto de Lei (PL) que institui o Passe Livre e, em reunião com o Prefeito Marcos Borges (PPS), o grupo obteve a garantia da realização de audiência pública para debate sobre o tema. O movimento quer mudanças no texto original e garantia do benefício a todos estudantes do município.

Na terça-feira, dia 30, o movimento protocolou na presidência da Câmara um ofício no qual pedia a retirada do PL para ampla discussão. Na sessão, no entanto, o pedido de retirada foi feito pelo vereador Lázaro Borges (PROS), que deve apresentar uma emenda à proposta.

O passe livre estudantil é uma reivindicação antiga dos estudantes do município. Descontentes com a proposta enviada ao legislativo, os alunos protestaram durante a sessão cobrando uma audiência pública, de forma que pudessem participar da proposta de criação do benefício.

Uma reunião foi intermediada pelos vereadores e o grupo de estudantes com o prefeito Marcos Borges, a fim de reiterar as reivindicações dos beneficiários. 
 
O movimento já havia promovido manifestação na semana anterior e divulgaram um manifesto sobre o tema do transporte público na cidade. Com o texto aprovado em primeira votação, estudantes de baixa renda não terão direito ao benefício




Reunião na prefeitura

O prefeito de Poá, Marcos Borges, recebeu na manhã desta quarta-feira, dia 1º, representantes do movimento em prol do passe livre estudantil, juntamente com os vereadores da comissão que tratam do referido assunto no Legislativo para ouvir as reivindicações dos estudantes.

No encontro ficou estabelecido que será marcada, antes do dia da segunda votação, uma audiência pública para discutir o assunto.

Por Leandro de Jesus

Foto 1 e 2 Marcia Demartini Foto 3: Flávio Aquino
com Assessoria Câmara e Prefeitura Municipal

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