Mais um dos 200 milhões de "especialistas"

.
Já dizíamos desde o início da Copa que a seleção brasileira era um time mediano. Dependia quase exclusivamente das genialidades de Neymar Jr. A derrota na semifinal seria absolutamente normal mas não com o placar histórico que ocorreu neste dia 8. A Alemanha, embora também não estivesse brilhante, já demonstrava melhor futebol.
Marcello Casal Jr/Agência Brasil
O que explica, contudo, os 7 a 1 ? Certamente uma série de fatores. Defesa desentrosada. Basta ver como o Dante, que é um ótimo jogador, estava perdido em campo. O time levou os gols e não havia ninguém dentro e fora de campo para sacudir e levantar o espírito da galera. O Brasil entrou com dois pontas contra um time que fez duas linhas fortes na defesa, impedindo-os de jogar. Oscar, que não é meia nem atacante, não marcava direito já que não é volante. Hulk é mais conhecido por seus atributos físicos e Fred aderiu ao #NãoVaiTerCopa.

Assim como em 2010, não havia um jogador sequer no banco de reservas que pudesse entrar e alterar a dinâmica do jogo. É preciso reconhecer que não temos mais grandes jogadores do meio e do ataque, diferentemente da Holanda e Argentina, por exemplo.

A chegada à semifinal já foi lucro. O terceiro lugar então seria quase um título para um grupo que não tem brilhantismo individual e coletivamente parece um bando disperso.

Por Leandro de Jesus

0 comentários:

Clique e confira as promoções

Publ01