MST FAZ ATIVIDADE DE FIM DE ANO E PLANEJA 2013

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O Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) promoveu neste sábado, dia 08, sua atividade de encerramento de ano, balanço das ações e planejamento de atos em 2013. O evento, organizado na Escola Nacional Florestan Fernandes  em Guararema, foi marcado pela presença de amigos da organização, apoiadores e militantes, além de parlamentares.

João Pedro Stedile, da direção nacional do movimento, fez uma análise de conjuntura e balanço das atividades do MST. Lembrou que o momento é de refluxo dos movimentos sociais e na luta de classes na qual vivem os brasileiros, tem-se um governo heterogêneo, que carrega em seus quadros grupos de trabalhadores, da burguesia e até mesmo agrega os interesses de grupos financeiros, fazendo com que não haja mudanças estruturais no país.

Veja parte da análises






Chamou a atenção a grande presença de juízes e defensores públicos que apoiam o movimento. Professores de universidades que voluntariamente contribuem com a escola também deixarem seu recado.

A Escola

Movimentos sociais brasileiros construíram e mantêm em funcionamento a Escola Nacional Florestan Fernandes (ENFF), que desde 2005 oferece cursos voltados para a formação de ativistas e dirigentes das lutas populares. Nos sete primeiros anos de existência da ENFF, já passaram por ela cerca de 20 mil militantes, procedentes de todo o Brasil, de outros países da América Latina e também da África. 

A Escola – como é chamada, carinhosamente, pelos seus professores, alunos e amigos mais próximos – foi erguida no município de Guararema, a 70 quilômetros de São Paulo, com o trabalho voluntário de mais de 1 mil trabalhadores sem terra e simpatizantes do MST e de outras organizações sociais. O terreno, de 30 mil metros quadrados, abriga três salas de aula (com capacidade total para 200 pessoas), um auditório e dois anfiteatros, além de dormitórios, refeitórios e uma biblioteca com 40 mil livros.

Para levar adiante seu trabalho, a ENFF conta apenas com a contribuição dos próprios movimentos sociais e o apoio solidário de entidades e indivíduos, no Brasil e no exterior. É exatamente essa a razão da existência da Associação Amigos da Escola Nacional Florestan Fernandes (AAENFF), formada em dezembro de 2009 por um grupo de intelectuais, professores, militantes e colaboradores da nossa Escola.

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Por Leandro de Jesus

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