POÁ PRECISA DE ESPORTISTAS REFERÊNCIA

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É consenso o fato de que jovens se espelham em famosos para praticar qualquer ação. Seja de modo estilístico, verbal, artístico ou esportivo, a imitação muitas vezes pode ser benéfica. Assim ocorre quando uma criança pratica algum esporte incentivada pelas vitórias de algum campeão. Com os recursos orçamentários de Poá, está na hora de a cidade montar equipes que possam virar referência aos jovens.

O esporte de base, que ensina os primeiros passos na atividade esportiva, é fundamental. É desse modo que os poaenses tem ingressado nas escolinhas da prefeitura, através do Projeto Segundo Tempo que ocorre em parceria com o Governo Federal. Não é necessário, porém, muito esforço para que os jovens ingressem numa atividade esportiva. Desde os primeiros anos escolares as atividades são incluídas no currículo. Mas sabe-se que quanto maior o incentivo, maiores serão as respostas para ingressarem nas atividades.

Há diversos exemplos de esportivas famosos e vitoriosos que serviram de motivação para milhares de crianças e adolescentes praticarem alguma modalidade. Assim foi quando Gustavo Kuerten, Daiane dos Santos, Jardel Gregório, Maurrem Maggi, Gustavo Borges  e Ayrton Senna ganharam diversos títulos e se projetaram mundialmente. As equipes vitoriosas também fazem efeito, a exemplo das seleções de basquete de Oscar e Hortência ou as de volei de Giovani, Giba, Ana Moser ou Natália.

Nem é preciso citar jogadores de futebol, pois a certeza é ainda maior. A cada vitória, a cada gesto de esforço e disciplina, eles se tornam exemplos a serem seguidos.

Em nossa região também houve esportistas que inspiraram sonhos de muitos jovens. As equipes campeões de basquete de Mogi ou do volei de Suzano ficaram famosas no Brasil e até mundialmente. Certamente há hoje jogadores que, quando crianças, gritavam os nomes daqueles atletas da região.

É disso que Poá precisa. É importante ter esportitas referência para que eles sejam exemplo de profissões a se seguir e dar alternativa para que os jovens da cidade não se percam nos caminhos tortuosos, como os da deliquência ou o das drogas.

Uma equipe de elite custa altos recursos. Mas a prefeitura poderia seguir aqueles modelos das cidades vizinhas ao fazer convênio com algum clube e trabalhar para que patrocinadores contribuam com os times. As empresas querem vincular seu nome à grandes equipes. É preciso, porém, que haja a vontade do poder executivo em implantar esse projeto. Essa idéia não está nas vontades da secretária de esportes Terezinha do Nascimento. Mas mudando de opinião, certamente faria um enorme bem à população da cidade. Torcemos para isso então.

Por Leandro de Jesus


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