ESTEVAM GALVÃO E SERRA MENOSPREZAM PROFESSORES

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Governistas não tratam os docentes de forma adequada

Professores são peças fundamentais na educação escolar, mas tanto o ex-governador José Serra (PSDB) quanto o deputado estadual da região, Estevão Galvão (DEM), ignoram essa importância e demonstram menosprezo contra a categoria.

Tal atitude pode ser comprovada ao longo dos governos tucanos no Estado e foi ratificada neste último mês. Professores da rede estadual, exercendo seu direito, estão em greve desde 8 de março, porém não são recebidos para negociar pelo secretário de educação Paulo Renato de Souza.

Serra e Souza não querem e não têm o mínimo respeito em pelo menos sentar para dialogar. Enquanto eles ficam no "trono", perdem os professores e perdem os alunos que estão sem aulas.

Como apoio às decisões do governador, o ex-prefeito de Suzano, e atual deputado Estevão Galvão, também quer repelir a categoria. Nos preparativos para a inauguração do acesso de Poá à Rodovia Ayrton Senna, Galvão disse que queria muitas pessoas no evento, menos professores. Já na inauguração, o deputado ironizou os docentes presentes cumprimentando àqueles que estariam em sala de aula.

Isso é sinal de que estão longe de serem democratas, pois não negociam e querem os professores o mais longe possível. É assim, com desprezo, que o pré-candidato à presidência da república e o histórico político da região tratam nossos educadores.


A greve

A Apeoesp (sindicato dos professores) pede um reajuste salarial de 34,3%, no entanto o governo alega não poder realizar a concessão. Professores querem salário mais digno e são contra o benefício esporádico de bônus. Entretanto, no mês de março a secretaria distribuiu bônus aos funcionários da pasta e anunciou promoção a 20% dos docentes.

Serra acredita que o movimento é político. Mesmo que fosse, deveria receber os professores para dialogar e tentar acabar o movimento paredista, o quanto antes. Todos sabem que uma greve é prejudicial, principalmente os professores, os quais só a fazem por não haver mais outra alternativa.

O números de grevistas não pode ser informado com precisão, pois a secretaria de educação e o sindicato divergem no total. O fato é que com essa intransigência o governo estadual contribui para que milhares de alunos fiquem sem aulas.

Por Leandro de Jesus

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