OBRAS ESCANDALOSAS: MEIO AMBIENTE EM PERIGO!

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Na cidade de Poá, o prefeitura dá claras mostras de não se preocupar com o meio ambiente. Em todo o seu mandato, Roberto Marques, com a pretensa intenção de reformar praças ou restaurar espaços públicos, arrancou árvores e permitiu a destruição do verde. Esse blog já discutiu o tema, mas volta a ele já que é insaciável a vontade degradadora desse governante.

O exemplo mais atual são as “reformas” das praças Expedicionários e Atílio Santarelli. Será que vale a pena reformar quando se tem de fazer um estrago deste tamanho? Crê-se que o prefeito se vale do pensamento de que o importante é a beleza, independentemente dos meios utilizados para chegar a ela. Cortaram 12 árvores apenas na praça Expedicionários, com o objetivo de facilitar o trânsito de pessoas e melhorar a iluminação. Seria mais inteligente deslocar as barracas de mercadoria do meio da praça para outro local. A prefeitura piorou, degradou o espaço público, e agora quer arrumar através de meios absurdos.

O primeiro ponto a se questionar é se há a necessidade deste tipo de intervenção. Pelo estrago, com certeza não. Segundo, o dinheiro utilizado para reformar estas e outras praças na cidade (Vila Júlia e Pereta) advém da verba disponibilizada pelo DADE – Departamento Estadual de Apoio às Estâncias. O valor direcionado ao município deveria ser investido em recursos turísticos, já que o DADE é para incentivar este setor. Tecnicamente, observa-se que essas praças não têm valor turístico algum, portanto, é direcionamento indevido de verba.

Outras ações de afronta ao verde já foram aqui denunciadas. Praça da Bíblia; construção da avenida atrás da praça dos eventos; avenida 9 de Julho; cruzamento defronte ao túnel – lado sul; rodovia Padre Eustáquio. São medidas que atacam árvores e impermeabilizam o solo, provocando mortes de animais e enchentes.

Não se quer aqui fazer um discurso de eco-chato, mas pretende-se alertar à população que num momento de atenção para com o meio-ambiente, os representantes do povo, em Poá, estão fazendo ataques direto à natureza. Não adianta dizer que haverá recompensa, o estrago já está feito. A vida ecológica ali existente já está destruída. Independente de pareceres técnicos, é imoral cimentar locais onde prevalecia o verde apenas para destacar obras em ano de eleição.

São práticas que mostram o descompromisso com a qualidade de vida, com o respeito ao meio ambiente, com a garantia de um futuro melhor para as novas gerações. O povo de Poá tem obrigação de cobrar o prefeito por estas imoralidades.
Por Leandro de Jesus

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