31 julho, 2008

PREFEITURÁVEIS


ORQUESTRA DA CIDADANIA

Por Saulo Souza

Eu sou músico violinista e durante bons anos ministrei aulas e trabalhei voluntariamente com Orquestra. Ouvi-lá, todos sabem, sempre é encantador. É lindo ver todos os instrumentos, cada um com sua função, atuando no seu devido tempo e uma linda sinfonia se fazendo ao som de cada um deles!

Eu e você também fazemos parte de uma grande orquestra, a ORQUESTRA DA CIDADANIA. Temos responsabilidade de executar cada ação na vida com o máximo de destreza possível. Trabalhando sempre pela justiça, pela paz, pelo amor e pelas pessoas.

Vivemos as ELEIÇÕES. Não podemos ficar omissos, fazer de conta que nada está acontecendo e esperar que as coisas aconteçam por acaso. Temos nas nossas mãos o instrumento chamado VOTO. Usando-o bem teremos uma cidade encantadora; usando-o mal, deixaremos tudo como está. Que através do nosso voto, uma bela sinfonia possa soar nos cantos mais distantes da nossa cidade.

Corrida Eleitoral

Por Leandro de Jesus

Mais uma eleição se aproxima. Mais estômago precisamos ter para engolir as safadezas, picaretagens, dissimulações, cinismos e gastos do dinheiro público.

A cidade de Poá já vive diariamente com os carros de som, os quais tocam os “jingles” de candidatos. Mal estes sabem o quanto irritante são as músicas e o volume delas. Pensemos além disso, quanto é necessário para pagar todos os gastos com a campanha. Parece que tem um candidato com 4 comitês eleitorais; este e seu concorrente direto tem espalhados na cidade dezenas de carros de som. Tem um desfilando trio elétrico. Adesivos, banner, placas também são materiais já espalhados.
Quanto será o gasto de tudo isso? Será que o salário de um eleito cobre tudo o que ele gastou ou ele buscará outros meios para arcar a dívida? Ah, um candidato a vereador gastou muito dinheiro em calendários, adesivos, festas e “outdoor”. Como ele reaverá todo este gasto. Ah, dúvidas que pairam sobre nossa cabeça.

Os partidos em Poá continuam dando mostra da falta de estrutura ideológica existente entre seus membros. Isso é possível de ser ver através das coligações. Pedro Fernandes, do PMDB, que estava até este ano no governo, vai defender o candidato do DEM, Eduardão, que lançou Marques e Allen em 1996. O PPS, do Marcos da Gráfica, que trabalhou todo o mandato ao lado do PTB, vai jogar no time do PDT, opositor do governo. O PV era base de apoio, agora está na oposição. O PSDB tem gente no governo e lançará candidato. O PT também era base e lançará candidato. Vê-se que a mudança de lado ocorre pela conveniência e não por projetos ou ideologia partidária. Perde-se, assim, o eleitor, a cidade

Nestas eleições, porém, gostaria de não pensar nisso para não me dar mais enjôo. Gostaria de achar uma lâmpada mágica e ver meus desejos realizados. Aí seguem:

- Que em Poá as pessoas não vendam seu voto;

- Que em Poá as pessoas vejam que a beleza de um único local esconde as mazelas da periferia;

- Que a imprensa realmente cumprisse seu papel de informar e não lesar o eleitor;

- Que a justiça cumpra com seu dever julgando corretamente as denúncias;

- Que os atuais eleitos, irresponsáveis, inúteis e medíocres, fossem substituídos por gente séria e competente;

- Que os que agem sob corrupção sejam banidos de nossa política;

- Que não haja caixa 2 nas finanças dos partidos;

- Que os melhores candidatos consigam espaço para se promoverem junto ao eleitor;

Bom, enquanto não acho essa lâmpada, tentarei informar aos amigos e vizinhos as barbaridades que muitos políticos fazem e dizer para não votar neles.
Por Leandro de Jesus

OBRAS ESCANDALOSAS: MEIO AMBIENTE EM PERIGO!

Na cidade de Poá, o prefeitura dá claras mostras de não se preocupar com o meio ambiente. Em todo o seu mandato, Roberto Marques, com a pretensa intenção de reformar praças ou restaurar espaços públicos, arrancou árvores e permitiu a destruição do verde. Esse blog já discutiu o tema, mas volta a ele já que é insaciável a vontade degradadora desse governante.

O exemplo mais atual são as “reformas” das praças Expedicionários e Atílio Santarelli. Será que vale a pena reformar quando se tem de fazer um estrago deste tamanho? Crê-se que o prefeito se vale do pensamento de que o importante é a beleza, independentemente dos meios utilizados para chegar a ela. Cortaram 12 árvores apenas na praça Expedicionários, com o objetivo de facilitar o trânsito de pessoas e melhorar a iluminação. Seria mais inteligente deslocar as barracas de mercadoria do meio da praça para outro local. A prefeitura piorou, degradou o espaço público, e agora quer arrumar através de meios absurdos.

O primeiro ponto a se questionar é se há a necessidade deste tipo de intervenção. Pelo estrago, com certeza não. Segundo, o dinheiro utilizado para reformar estas e outras praças na cidade (Vila Júlia e Pereta) advém da verba disponibilizada pelo DADE – Departamento Estadual de Apoio às Estâncias. O valor direcionado ao município deveria ser investido em recursos turísticos, já que o DADE é para incentivar este setor. Tecnicamente, observa-se que essas praças não têm valor turístico algum, portanto, é direcionamento indevido de verba.

Outras ações de afronta ao verde já foram aqui denunciadas. Praça da Bíblia; construção da avenida atrás da praça dos eventos; avenida 9 de Julho; cruzamento defronte ao túnel – lado sul; rodovia Padre Eustáquio. São medidas que atacam árvores e impermeabilizam o solo, provocando mortes de animais e enchentes.

Não se quer aqui fazer um discurso de eco-chato, mas pretende-se alertar à população que num momento de atenção para com o meio-ambiente, os representantes do povo, em Poá, estão fazendo ataques direto à natureza. Não adianta dizer que haverá recompensa, o estrago já está feito. A vida ecológica ali existente já está destruída. Independente de pareceres técnicos, é imoral cimentar locais onde prevalecia o verde apenas para destacar obras em ano de eleição.

São práticas que mostram o descompromisso com a qualidade de vida, com o respeito ao meio ambiente, com a garantia de um futuro melhor para as novas gerações. O povo de Poá tem obrigação de cobrar o prefeito por estas imoralidades.
Por Leandro de Jesus

21 julho, 2008

Senhor Candidato a Prefeito de Poá

Senhor Candidato a Prefeito de Poá

Na hora de elaborar suas propostas para a prefeitura,
não se esqueça de algo fundamental:
os maiores problemas de Poá não são só a saúde,
o nepotismo, a educação.
Temos também como grande problema em nossa cidade
a promessa falsa, o discurso vazio, o blábláblá.

A promessa cria esperança.
Quando não se concretiza, ela gera decepção.
E é esse o sentimento que mais afasta as pessoas da política.
Você, como político, é o maior responsável
por evitar esse distanciamento.

Se um texto como este não for suficiente para convencê-lo
a pensar melhor suas propostas, lembre-se que “promessa não cumprida”
é apenas uma maneira mais branda de dizer “mentira”.

Este blog estará atento.
E, se isso ainda for pouco, quem mais importa
em uma eleição também: o eleitor. Ele também estará atento,
porque o que queremos, nesta eleição, são propostas coerentes,
que possam ser concretizadas. E não conversa fiada.


Por Saulo Souza

08 julho, 2008

CARTA

Sabe, o DESCASO é o grande mal da Câmara de Vereadores da nossa cidade, o mal dos males, a origem de todas as infelicidades sociais do município, a fonte de todo descrédito, é a miséria suprema da nossa estância, o que impede o crescimento da cidade. Assim, a injustiça, acaba por desanimar o trabalho, a honestidade, o bem; desanima o espírito do jovem, semeia no coração dos poaenses que vêm nascendo e das novas famílias que chegam por aqui a semente da podridão, habitua os homens a não acreditar e a não ter esperança em nada senão na lua, na fortuna, no acaso, na loteria da sorte. Ela, a injustiça, promove a desonestidade, promove a corrupção, promove a devassidão, insufla a cortesania, a baixeza, sob todas as suas formas. De tanto ver triunfar as pessoas que não tem mérito nenhum, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer os políticos amantes de si mesmo, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o poaense chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a abandonar os livros, a ter vergonha de ser honesto. Esse foi o triste legado da maioria dos vereadores poaenses nos últimos anos. Enfim, estamos novamente diante das eleições. Que nosso voto construa uma cidade onde a Câmara seja uma sentinela vigilante, de cuja coerência todos reconheça e que, acesa no alto guarde a redondeza, como um farol que não se apaga, em proveito da honra, da justiça, do valor à pessoa humana e da moralidade.
Por Saulo Souza

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